terça-feira, 26 de abril de 2016

GIRLS IN FIRE

A mulherada está em ponto de bala neste inicio de temporada na Oz e despontando com um belo power surf, o qual podemos dizer que ele está moderníssimo na sua abordagem. Vide algumas performances individuais como a francesa, Johanne Defay, que aprontou em Bells, Tyler em Snapper e Courtney nas massarocas de Margies e também em Bells onde venceu.
Voce pode e os mais ligados podem observar bem, que as mais experientes do tour, andam se revezando nas primeiras cinco colocações e não abrem mão para um 12º lugar ou mais abaixo como colocação. Certo elas trabalham para isso, mas o fator boas condições influem bastante no quesito performances. Essa perna aussie está mostrando bem isso. Por exemplo apartir das quartas de finais, só as matadoras vão a arena e nós brasucas podemos nos contentar com a hawaiianinha, Tatiana Weston Webb que está invadindo o quintal das eleitas com graça, raça e perseverança de sangue tupiniquim nas veias.
 Bem, voltando a turma, gang das belas de power performances, nas 4ªs de Margies, os nomes eram os mesmos que se revezaram direto nesta perna; Sally, Tyler, Steph, Courtney, Carissa. Tanto é que se voce observar pode conferir que as notas das qiridas moças vencedoras eram muito altas e as perdedoras nada acima de notas 4.70 com todos quatro heats realizados com kombi. É mole!
Durante esse período a ianque Conlogue, meteu 17.33 contra 6.67 da blondie Laura Enever. E o mar subindo e fluindo liso e perfeito na bancada de Margies. Já nas semis o arranca rabo pelos dólares, que não são muitos, diga-se de passagem e os pontos no ranking foi espetacular. Courtney voltou a atirar forte e se jogar nos drops cascudos, porém a hawaiiana Tatiana não vendeu mole a derrota somando 12.17 contra 17.44 da ianque. Quanto a Tyler passou pela tricampeã Moore, (que está surfando muito) na sua última wave nos 45 regulamentares, indo para a grande final por um triz e sorte.


Na batalha final, o mar continuava overal, mas Tyler estava focada e blindada psicologicamente, talvez com dicas secretissimas e valiosas de seu novo técnico vitorioso, Glen Hall. Na verdade foi só um erro e quatro bons drops que os judges avaliaram e avalisaram a ela para o lugar mais alto do pódiun. Quanto a Courtney, as massarocas e seu ótimo aproach a levaram ao vice desta etapa. Mas ela chega ao Rio de Janeiro com a lycra amarela no gáz e líderando o ranking.
Shots: Kirstin, Sloane, Cestari/WSL


segunda-feira, 25 de abril de 2016

O MÁGICO DE OZ

Depois de muito batalhar e gozar sua boa fase, o rapaz aquele de OZ se despediu do Margaret River Pro no 5º round. E se despediu com três ondinhas sem muita expressão frente ao ianque Nat Young que botou banca no galinheiro e foi pegando um bom punhado de ondas com boas médias no geral. O tal mágico de OZ, Matt Wilkinsons, produziu um total de 8.83 contra 16.37 do Young, uma verdadeira Kombi. Nesse mesmo round, o heat brasuca com Italo Ferreira e Gabriel Medina produziu um tira teima legal com cada um surfando uma wave mais cabulosa que a outra e deu 15.93 X 13.17 de Medina. Já no heat seguinte Caio Ibelli despachou o sul-africano Jordy Smith. Nas quartas só Italo passou, fazendo a mala do ianque Colono Andino com 17.96 X 12.50 final. Mas voltando ao mágico de OZ, voce ficou sabendo que ele gastou mais de U$ 5 mil no boteco com os amigos. Vai beber assim na China. Bem, bem, o cara iniciou a perna aussie, ganhando um QS na cidade do Mark Richards. Elevou sua conta bancária na Gold Coast após o Felipinho se lesionar. E olha que as performances do sujeito, não estavam lá essas coisas. Mas quem decide são os judges da WSL e seu Head judge. Pois bem o figura com todo aquele seu aproach e com técnico novo na área, fez performances nunca dantes vistas. Ele levou sete anos para ganhar alguma coisa e quebrou recordes, como vencer duas etapas no inicio de temporada, coisa que só o Joel produziu em 2009.


Em Bells o mágico me lembrou muita gente boa, ziguezagueando, dando porradas style Occy e recebendo, podemos dizer bônus pela sua audácia em mostrar surf diferente do seu habitual. Vi várias vezes uma wave que o mágico faz suas mágicas e tira da cartola um 9.2 de saltar da cadeira, ou da arquibancada, se voce estivesse in loco. Bem, parece que como tantos, finalmente o cara caiu nas graças dos juizes. Senhores, continuo cafifado com os reais judges. Já pratiquei a função, porém julgar surf, continua sendo um trabalho de muita pressão e objetividades mils. Bem, a brasucada investiu mas para mim parecia que só Guigui lá das Ubatubas da vida tava em ponto de bala. Outro que brilhou foi Caio Ibelli, que não botou o rabo entre as pernas no meio das morrancas e fez bonito.
 

E é isso, o tal Wilko já não é mais o bobo da corte e até nas entrevistas fala firme. Segundo amigos observadores, o mágico de OZ, mesmo com aquela base de caranguejo tá fazendo o trampo dele e acertando bolachadas nas ondas ao invés de fazer feijão com arroz convencional. O parêntese aqui é sobre Italo Ferreira e sua abordagem de ondas nada convencional. Agora com tudo embolado no ranking, cuidado com as mágicas do beberrão de OZ que vai aterrizar, ou aterrorizar no Brasil e muita calma para saber e observar se o tal ilustre técnico, Glen Hall, que está se tornando queridinho entre as senhoritas também, vai embalar mais vitórias ao seu pupilo.

THE END! Shots Stefan Jose, Sloane, Kirstin, Cestari/WSL e ASP

quarta-feira, 6 de abril de 2016

ENCONTROS NO PSICHOBOWL

Um certo lugar na Costa Doce anda sendo bem freqüentado e prestigiado por gregos e troianos do esporte radical do carrinho. Ou seja assim que alguns; a maioria dos monstros do skate street da atualidade o chamam; carrinho ao se referirem ao instrumento  usado para manobras e performances radicais no dia a dia. Mas voltando ao tal lugar, a skatepark inaugurada no ano de 015 na cidade de Guaíba, tem congregado, reunido adeptos das diversas vertentes do carrinho, sejam do street, como do vert, como do longboard e até do down Hill. Muitos batem ponto no dito local.
 Vários campeões também tiveram a boa oportunidade de gastarem rodinhas por lá. Seja no bowl ou nos diversos pontos de transição do pico. Na inauguração uma trupe de profissionais trincou na área junto com os mestres da AUS (Aliança Urbana dos Skatistas) Lucio Gonçalves e Nilson Almeida, que recebem a todos com muito alto astral e parceria. Uma trupe quebradera foi a galera da Flip com Luan Oliveira, Tom Penny, David Gonzales, Denny Pham e outros. Outro dia registrei uma parte da equipe da Hocks por lá. Guizolin, Léo Nego e etc. Até Otávio Neto dropou por lá.  
Também conferi uma session que o campeão brasileiro, Allan Mesquita aprontou no bowl. Tive a oportunidade de conferir duas meninas da gang Girls Skate Power, que também detonaram no bowl numa session de dar calor. A Luiza Franco Camargo e a Beatrice Ribeiro arregaçaram juntamente com elas um casal da cidade de Taquara, tava gastando rodinhas também no local. A Daiana Garbuyo e o tatooman, Mauricio Meneghel, casal gente finíssima.



E assim os dias vão passando na cidade que recebe a todo momento personagens que curtem o carrinho e promovem belas cenas de ação na skatepark que se tornou o ouro da Costa Doce. O sushiman, Dirceu Francisco da Deka, outro dia aprontou diversos rock and  roll na piscina com direito a registro em video. Por lá voce avista a nova geração treinando junto com grandes nomes do skate nacional e estadual, todos convidados do Lucio, malaco esperto também no bowl e adjacências. E aqui aproveito a oportunidade de engrossar o convite; vem ai no final de abril um super, megaevento que deverá reunir a raça toda do carrinho sulista é o  PSICHO POOL com grandes convidados como Guilherme Piolho para brilhar e voce prá prestigiar.

sábado, 19 de dezembro de 2015

REGISTRANDO..REGISTRANDO....REGISTRANDO...

Bem, registrando para a posteridade a hawaiianinha Carissa Moore, que esteve comentando no palanque do Pipe Masters, durante os confrontos que levaram nosso De Souza a vitória, se sagrou campeã na última etapa do World Tour feminino em Maui. Voce bem ligado já deve saber, afinal a menina tá surfando muito.
A menina confiscou, perdão levou o caneco de campeã para o Hawaii após a sua conterrânea, Coco Ho, desbancar a ianque, Courtney Conlogue, num heat de tirar o fôlego nas águas azuis de Honolua Bay em Maui. A shot ai do moment é de Cestari/WSL
Na continuação da competição Carissa, chegou até a grande final onde venceu a aussie, Sally Fitzgibbons que estava surfando muito e queria vencer a bagaça. Deu no que deu e Moore levou a grana e o grande Caneco d Campeã Mundial de Surf. Shot Cestari/WSL
Pronto tai a alegria e consagração de Miss Carissa Moore no pódiun do Target Maui Pro. Shot Poullenot/WSL Congrats Carissa!


segunda-feira, 30 de novembro de 2015

MAUI - WOMENS IN ACTION

Bem, vamos ao que interessa se Sunset Beach acordou em Oahu, no final de semana que passou, numa outra ilha dentro do perímetro oceânico hawaiiano, Maui, a coisa também fumegou. O último evento do circuito mundial feminino o Target Maui Pro em Honolua beach, deu seu pontapé com as meninas na corrida para o titulo dando gáz nos sets de 6 a 8 pés cabulosos. Muitas novatas entraram na competição e deram sua contribuição ao power surf feminino.  Duas feras protagonizam a verdadeira disputa do caneco. Uma a hawaiiana, Carissa Moore, duas vezes já campeã. A outra a ianque que adora uma pressão, Courtney Conlogue, que está fazendo história nesta temporada. A primeira já está nas quartas de final, sossegada e bem focada, quanto a outra passou por um heat com a aussie, Nikki Van Dijc que lhe tirou um pouco de ar. Ela volta no próximo round o quarto onde pesca mais uma chance no embate com a hawaiiana Coco Ho. Se passar tá na disputa do famigerado caneco feminino.

Conlogue, que precisava vencer seu heat no Round 3 para empurrar a corrida pelo título para a próxima rodada, bateu na trave. Embora ela tenha levado a maioria da bateria, Nikki  jogou uma chave na corrida pelo título, ganhando um 8,67 e vencendo o heat no seu final. Os cenários são agora o seguinte:

Se Moore termina em 5º lugar em seguida, Conlogue deve ganhar o evento. Se Conlogue termina vice seria um laço no pescoço e um surf-off. Se Moore termina em terceiro nas semifinais, então Conlogue precisa vencer o evento também. Se Moore termina vice, ela vai ganhar o título mundial.

Façam suas apostas!

NOVATAS IN FIRE
A chamada para o wild card do evento se resumiu em um único heat para as meninas hawaiianas. Entre elas a irmã mais nova da Carissa Moore a Cayla que não logrou classificação mas chamou a atenção da galera. Uma que competiu em grande estilo e forma técnica foi a Dax McGill, uma goofy, de 17 anos e muito surf no pé que já encarou Sunset, com cara de Sunsetão com 6 a 8 pés.
Outra menina cabulosa, local de Maui, regular foot de 15 anos e muita disposição, conhecedora dos buracos e corais de Honolua é Summer Macedo. Ela entrou com disposição e proporcionou belos ataques nos sets da competição.
Uma outra que defendeu a bandeira aussie e mostrou power surf na bancada hawaiiana foi a regular foot, Keely Andrew. Ela está chegando para aumentar o team australiano no tour mundial. Prestem bem a atenção que muitos nomes novos estão despontando na cena da WSL. Falta sómente a nossa bandeira voltar a tremular firme e forte como há anos atrás. Shots, Carissa, Courtney, Dax, Summer e Keely todas de Poullenot/WSL

sexta-feira, 27 de novembro de 2015

SUNSET A RAINHA E VANS NO HAWAII

A famosa corrida para o prêmio  da Coroa dos índios hawaiianos já iniciou com o evento que rolou em Haleiwa ( nome forte e bonito; eu tinha uma cachorra fêmea com esse name). E o brasuca, Toledo, o Filipe já tomou seu lugar, com Gabriel chegando junto. Tamus na torcida pelos índios Tupiniquim.  Enquanto isso a etapa da Vans na rainha Sunset Beach, continua em stand bay. Claro que com uma raça de surfers dos quatro cantos do planeta remando em suas lindas águas azuis.
Esse evento poderá ainda colar alguns bons nomes na próxima seleção da ASP, perdão WSL para  a temporada de 2016. E como de praxe os índios daqui (Brasil) estão tumultuando, surfando a veras nos outsides cabeludos das praias deles(os índios de lá) que como de praxe também, tão sempre estressados, zangados e olhando feio, para não dizer bufando. Bem o chão deve tremer em alguns dias na baia de Sunset, nossa torcida, puxando a sardinha para nosso lado (conforme nossos patricios, os portugas; que também querem uma parte dos dólares, pontos no ranking e da midia) é que os brasos da famosa STORM, ARREBENTEM GERAL!
O mar na arena e adjacências anda assim, (Foto) conforme relatos dos enviados por Deus e nossa Zone, Uma marolagem safada  e fortes ventos contrários. Mas como sabemos tirar leite de pedra, a moçada Brasil tem voado e mostrado seu valor. Na shot abaixo um deles, Jessé Mendes, que tem subido de produção conforme suas habilidades são convocadas. É isso! Aqui um aperitivo, na rede da Net, voce encontra mais e vai encontrar com mais detalhes críticos e técnicos ou não. Curta!
Shots da resenha: Masurel/WSL e Magazine Free Surf
O Hawaii é uma delicia e a Costa Norte, lugar onde os homens são homens e meninos são meninos. 

quarta-feira, 25 de novembro de 2015

MENINAS NO ESTALEIRO

STEPH GILMORE

A supercampeã australiana, Stephanie Gilmore, que sofreu uma forte lesão em abril durante o Drug Womens Aware Pro em Margaret River, ficou forçada a pular fora de cinco eventos nesta temporada. Agora em outubro a loura entrou em ação no Roxy Pro francês e terminou em nono, no meio das boas ondinhas que rolaram em Hossegor. Acabou que a moça caiu de produção para uma requalificação em 2016. Ela vai terminar a temporada com o 12º lugar no ranking da Jeep Leardboard feminino. A nova noticia é que Gilmore não vai participar da última etapa, o evento de Maui em Honolua Bay, local onde ela apareceu confirmando sua desistência em entrevista a mesa de locução da WSL.  A novata aussie, Keely Andrew, já foi confirmada em seu lugar. Agora só resta a Steph, torcer para que a WSL acate seu pedido de WILD CARD para 016. 


KELIA MONIZ – CHINA NON

A menina hawaiiana que tem dois títulos de campeã mundial da WSL Longboard, Kelia Moniz, sofreu acidente nas Maldivas recentemente e vai se retirar da disputa do titulo nesta temporada. A simpática hawaiianinha de 22 anos, dona de um style super em cima dos pranchões, escorregou no deck do barco que estava nas Maldivas e se feriu no rosto. Segundo Kelia: "Um bando de nós estávamos pendurados no deck dos fundos, durante uma chuva torrencial e o deck era muito escorregadio, eu fiquei realmente sem sorte e cai direto batendo com o meu rosto". Depois de procurar atenção médica, Moniz recebeu a notícia de que não só surfar, mas também competindo no evento deste ano não seria uma boa opção.  "O osso em minha gengiva quebrou muito mal, por isso os médicos têm vindo a salientar-me que ficar longe de todos os esportes nos próximos dois meses é importante se eu quiser um sorriso normal de novo. Eles dizem que cerca de seis a oito semanas são necessárias para o meu osso curar corretamente embora meu lábio esteja quase totalmente curado, e como para os dentes, vai ser cerca de oito meses". Depois de fazer a final na China por quatro anos consecutivos, a decisão de perder o evento deste ano tem sido uma tarefa difícil para Kelia. "É uma verdadeira vergonha perder o evento deste ano. É sempre uma boa maneira de terminar o ano e também trazer o ano novo. Eu vou ficar colada no webcast. Eu acho que Riyue Bay na China é uma onda incrível para um evento de longboard e vou estar torcendo para as minhas irmãs havaiianas Geodee, Cristal, e Stacia. Eu não posso esperar para ver”. O Jeep ​​Campeonato Mundial de Longboard hospedados por Wanning será executado a partir de 05 a 12 dezembro. Assista ao vivo no site da Liga Mundial de Surf. Shoots Roxy e WSL.